perder alguem é mesmo horrivel,quando como seus pais morrem e voc parece não ter mais ninguem no mundo,eu acho que a pior morte e a morte repentina,uma hora voc pode estar feliz do lado de sua familia e em questões de segundos isso acaba,mais nada se compara com o fato de voc saber que uma pessoa que voc ama vai morrer aos poucos,como acontece com as drogas . .
Passaram-se dois dias, e o Gustavo não teve coragem de falar comigo,e eu também não fiz muita questão.Como todo sabado meu tio Denner e sua esposa Cristina saiam até o centro da cidade para fazer compras para o almoço de domingo,e eu fiquei na casa com o Gustavo.
Assim que eles sairam eu fui até o 'meu quarto de hospide' e me deitei na cama para ler um livro .
- Sabrina ? - perguntou Gustavo ao bater na porta.
- Pode entrar .
- Eu posso conversar com voc?Mesmo que voc não queira falar comigo,mais eu so pesso que me escute.
- Claro Gustavo,pode falar .
- Bem eu queria te pedir desculpa por quarta-feira que eu te deixei sozinha na festa .
- É so por isso que voc quer me pedir desculpas ?
- Siim,e . .
- Esta desculpado,pode ir agora - disse dandos as costa a ele.
- O que voc espera que eu diga? Que eu sinto muito por eu usar drogas?
- Não,mais se voc não vai ao menos me explicar oque aconteceu naquele dia,então pode ir.
Ele ficou em silencio observando eu lendo o livro.
- Tudo bem,é que eu e os outros garotos estavamos entediados naquela festa,e decidimos se divertir um pouco.
- Voc pode me dizer quanto começou a fazer isso pra ser mais facil de eu 'tentar' intender ?
- Bem,já faz algumas semanas, é coisas de adolecentes Sabrina,dependendo dos amigos que voc tem é normal.
- Eu não acho que podem ser chamados de 'amigos' pessoas assim .
- Não pense que eu fui influenciado,eu uso porque eu quero,não porque me dizem para usar.
- Ah, então é pior do que eu pensei.
- É que ela me faz bem,com todos os problemas acontecendo ultimamente ela me deixa calmo.
- Certo,eu não quero descultir com voc sobre o uso disso,se voc diz que ela te faz bem,quem sou eu para negar,mais eu pesso pra voc tomar cuidado Gustavo,pelo menos por seus pais.
- Sim eu sei,por isso pesso também que se puder não conte nada para eles,por favor ?
- Claro,seu segredo esta guardado comigo.
Eu fiquei feliz por ele ter vindo conversar comigo, porque eu não queria perder a amizade dele por causa de drogas.Passei o dia todo lendo o livro A vida por um fio de Alvoro Cardoso Gomes,no final da tarde comecei a arrumar as malas,para poder voltar para casa no dia seguinte,depois que acabei fui ate a garagem da casa e lá estavam Gustavo e Pedro,eu levei um susto ao ver eles ali,Pedro ficou me olhando paralisado enquando Gustavo se levantava.
- Oi Sabrina, tá tudo bem?
- Sim, eu so vim até aqui para ver se não tinha nada meu aqui que eu estivesse me esquecendo.
- Voc vai embora ? -perguntou Pedro.
- Vou,amanha depois do almoço.
- Porque não fica mais,quer dizer, ainda esta na metade das ferias,voc poderia ficar mais?
- Tenho que ir,tinha mãe ja telefonou e alem de mais duas semanas já é o bastante para encomodar meus familiares.
- Voc sabe que não nos encomoda Sabrina.- disee Gustavo.
- Bem,então eu vou voltar a arrumar as malas.
Terminei de arrumar as malas e Cristina me chamou para jantar,depois da janta,Denner e Cristina subiram para seus quarto para dormir e eu fui para o meu também para terminar de ler meu livro,foi a noite mais tranquila que eu passei durante a viagem toda,mais também acordei cedo,para ajudar Cristina fazer os deverem da casa,quando terminamos ja estava na hora do almoço e ela me pediu para ir chamar o Gustavo na garagem,e para variar Pedro estava junto com ele,e eu tive que chamar os dois para o almoço,na mesa da sala de jantar Denner estava sentado na ponta,ao seu lado esquerdo estava Gustavo e do lado dele estava Pedro,e no outro lado a direita estava Cristina e eu sentada do lado dela e de frente com Pedro,
foi o almoço mais longo e silencioso e também bastante contrangedor para mim,depois do almoço ajudei Cristinha a levar as coisas para a cozinha e lavar os pratos,depois fui pegar minhas malas e os restantes das minhas coisas para poder ir embora.Denner tinha pedido um táxi para poder me levar até a rodoviaria,coloquei todas as minhas coisas no porta malas e me despedir de Denner e Cristina.
- Espero te ver mais vezes prima. - disse Gustavo ao me abraçar forte.
- Eu também,venha me fazer uma visita em São Paulo .
- Eu também quero te ver di novo. - disse Pedro
- Então voc também irá me visitar em São Paulo né ?
- Sim, vou senti saudades Sabrina. - disse ele ao me abraçar
Entrei no caro e o motorista seguiu,até chegar a rodoviaria eu ficava olhando as ruas pela janela observando cada detali,não demorou muito para chegarmos na rodoviaria,afinal a cidade não era grande assim,comprei minhas passagem e entrei no ônibus com um casaco no caso de estar frio na chegada e meu livro mas mãos,sentei na pontrona do lado da janela no meio do ônibus e começei a ler meu livro,as horas foram se passando e quando eu dei por mim,ja estavamos chegando,o ônibus parou e as pessoas começaram a sair,eu fui a ultima a decer,
quando ouvi um homem gritar meu nome,não era uma voz conhecida e eu me virei procurando por aquele homem que critava meu nome.
- Sabrina! - dizia o homem repetidamente. - Sou eu Nina! Aqui!
Quando eu avistei aquele homem,não sabiam realmente quem era,mais ao chegar perto dele foi que reconheci,sua pele branca amarelada igual a minha,seu cabelo castanho dourado igual ao meu e seu olhar de criança inocente que so podia ser de uma pessoa na face da Terra.
- Meu Deus! Não é possivel!- eu disse surpresa.
- Sim Nina,sou eu! - disse o garotinha que agora era um homem tão magnifico . . .
CONTINUA . . !
Queridos Leitores, desculpem eu ter demorado tanto para continuar essa Historia,eu estava passando por momentos dificeis,mais agora prometo me dedicar ao maximo para conclui-la.
Obrigada .
Alguém disse uma vez: São as boas garotas que escrevem em diários. As más garotas nunca têm tempo. Eu? Eu apenas quero viver uma vida que irei lembrar. Mesmo que eu não escreva tudo..
Para ouvir no seu sofá
Flor de liz, não vá dizer
Se o vento tem compaixão
Pra te ver, te fazer esquecer
Da dor no coração
Eu sei que o farol
Te faz relembrar
Das noites com girassol
Talvez se você não chorar
Se você me deixar ajudar
Te tocar no coração
Saber que mais forte que a dor
È o amor que bate por ti
Amor do tão bom beija-flor.
Flor me diz, o que fazer
Se um beijo seu eu não posso ter
Se não fiz, por merecer
Quem sabe se eu te disser
Mas duro é o amor de partir
Se fica a olhar ele ir
Mas puro é o amor que está aqui
É só você se deixar sentir
Não temer só sorrir
Dizer que só quer ser feliz *
Poder ver o pôr-do-sol
Com o beija-flor
Não mais com o girassol .
Se o vento tem compaixão
Pra te ver, te fazer esquecer
Da dor no coração
Eu sei que o farol
Te faz relembrar
Das noites com girassol
Talvez se você não chorar
Se você me deixar ajudar
Te tocar no coração
Saber que mais forte que a dor
È o amor que bate por ti
Amor do tão bom beija-flor.
Flor me diz, o que fazer
Se um beijo seu eu não posso ter
Se não fiz, por merecer
Quem sabe se eu te disser
Mas duro é o amor de partir
Se fica a olhar ele ir
Mas puro é o amor que está aqui
É só você se deixar sentir
Não temer só sorrir
Dizer que só quer ser feliz *
Poder ver o pôr-do-sol
Com o beija-flor
Não mais com o girassol .
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